Antigamente era normal manusear como numismas de coleção sem luvas e até mesmo polir e limpar, inclusive com alimentos. Até mesmo os catálogos conseguiram isso. Alguns números são renomados para o mesmo tipo de pagamento, e uma moeda de cobre ou prata nas mãos suadas, pra “criar pátina”. Uma verdadeira barbaridade. Com o advento do PVC, e o aparecimento de moedas deterioradas por álbuns de papel, o PVC e o mal-fazer, como as coisas mudaram ao mesmo tempo, a análise passou a ser usada para o mesmo.

Pra moedas “eletrorrevestidas” ou “galvanizadas”, como são as atuais do Brasil, Europa, os países onde a energia é gerada, as moedas são flor de cunho, o risco de oxidar o eletrorresistente e a ação de oxidação e corrosão com o tempo.



Não existe consenso sobre o uso de luvas NO BRASIL, porque aqui as diretorias são líderes em sistemas de informação.

Por esta mesma razão, utilizar uma escala de graduação de moedas totalmente antiquada, criada pelos próprios, e que esteja presente aqui, e que seja MUITA margem à subjetividade. Chega-se ao absurdo de ter que se esqueçam “tabelas” comparando os graus de EC com os outros países, tais como Portugal (outro que usa uma escala de EC antiquada) e com um Sheldon, e até ao hilário e ao nonsense ao vermos, recentemente, brasileiros inventando graus de EC que não existem.

Centros desenvolvidos como moedas são classificadas pela escala Sheldon, que é muito mais precisa. Só pra Flor de Cunho são 10 níveis diferentes. Com o propósito de comprar luvas e usar um Sheldon imediatamente por aqui no Brasil, com os seus antigos estoques de bolsas ensebadas, envernizadas, engraxadas, deterioradas por ácido de PVC, e limpas com escova de latão, totalmente encalhados, pois ninguém mais Vai querer que peças, que são geralmente vendidas como “FC”. Quem é um sheldon na sua bolsa e suas bolsas, como é o caso da aquisição de uma bolsa, em todos os seus detalhes, com calma e cuidado, com uma grande quantidade de lupa ou microscópio, em busca de vestígios de danos causados ​​por PVC, micro-mossas , “Hairlines” que demonstram que a peça foi polida (mesmo o mais macio dos panos deixa marcas nas peças) e tudo isso faz com que o grau de EC seja reduzido. Já quem usa uma escala brasileira, mal bate o olho nu na peça, e vai “vendo com as mãos” nuas e suadas. Essa é uma diferença.

Portanto, os danos causados ​​pelo armazenamento em PVC e o uso da Escala Sheldon, são mais importantes, são os principais responsáveis ​​pelo uso de luvas de proteção se tornam “obrigatório” em países civilizados. “Eu espero que nós cheguemos a este nível de consciência numismática algum dia. Cheque, pois o mercado se auto-regula, muitos colecionadores por aqui não podem ter moedas com marcas de dedos. Mas, vai demorar …

O foi o rico comentário que o colega e o colaborador Rubens Bulad deixou no nosso primeiro vídeo do canal do YouTube, ainda é um protótipo do que esperamos dele no futuro, mas pedimos para você esta curta o vídeo, se inscreva no canal e compartilhe esse video com seus amigos. A Numismática Castro trabalha para expansão gratuita do conhecimento antigo numismata no Brasil e no mundo e contamos com a sua ajuda.

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André Luiz Padilha

Graduado em direito com especialidade em meios alternativos de soluções de conflito e atualmente é estudante de História. Colecionador de moedas desde 1997 e numismata desde 2011. É um ativo divulgador da numismática nacional publicando diversos artigos e estudos por dezenas de plataformas, presta serviços como avaliador e consultor em pelo menos 9 países, também é o fundador da Numismática Castro, do CNERJ e do canal Café e Numismática. É sócio da American Numismatic Association (ANA)

2 comentários

Fábio Nascimento Teixeira · 2 de dezembro de 2017 às 11:15

Gostei de seu site e das orientações que encontrei , sou novato neste mundo numismático, e tenho encontrado bastante dificuldade de encontrar boas referências para aprender o correto , e vejo várias correntes na numismática que são difíceis de entender , pessoas que não tem nenhuma orientação ou conhecimento sobre moeda querendo empurrar moedas sem valor um super valorizadas somente para ganhar algum dinheiro , e até mesmo colecionadores veteranos que não tem base nenhuma ( digo quanto a leitura e estudos ) e quando indagados reagem mal , e não gostam de conversar , recentemente fiz amizade com um colecionador que é professor de história , imagine o quanto aprendi em uma tarde que passei com ele . Então continue neste rumo porque igual a mim existem milhares de novos colecionadores que já comentaram erros porém como disse o filósofo Voltaire errei tentando acertar . Grato Fabio

    André Luiz Padilha · 2 de dezembro de 2017 às 20:51

    Concordo plenamente com você Fábio, tenho uns 20 anos como colecionador e 6 como estudante dedicado da numisma internacional. Pra ser sincero, se estudar numismática fosse fácil esse site nem teria sido criado, foi a minha necessidade de aprender que me abriu os olhos para a necessidade aqui no Brasil de um site como esse. Infelizmente, como você disse, essas pessoas que supervalorizam algumas moedas, possuem grande força no mercado atual e é contra eles que lutamos inserido assim novos conhecimentos no mercado, esperamos ter sucesso no fim. Obrigado por participar de nosso site, volte sempre!

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