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Centenário de Juscelino Kubitschek

R$185,00 R$160,00

Moeda cunhada pela Casa da Moeda do Brasil com o Valor de 2 Reais, estampa a efigie de um dos mais populares presidentes que o Brasil já teve, Juscelino Kubitschek.

Em estoque (pode ser encomendado)

Descrição

O produto foi fabricado há mais de dez anos e devido ao tempo, apresenta pequenas marcas na cartela / edital, podendo também conter pequenos arranhões no blister e manchas brancas ou escuras nas moedas, sinais de oxidação. É importante esclarecer que as moedas de prata podem sofrer oxidação com o passar do tempo, porém não configura avaria, defeito ou desvalorização do produto. Por fim, devido ao estoque limitado das moedas, não será possível trocá-las ou devolvê-las.

Juscelino Kubitschek de Oliveira (Diamantina, 12 de setembro de 1902 — Resende, 22 de agosto de 1976) foi um médico, oficial da Polícia Militar mineira e político brasileiro que ocupou a Presidência da República entre 1956 e 1961. JK concluiu o curso de humanidades do Seminário de Diamantina e em 1920 mudou-se para Belo Horizonte. Em 1927, formou-se em medicina pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), e em 1930 especializou-se em urologia em Paris. Em dezembro de 1931, casou-se com Sarah Lemos, com quem teve a filha Márcia, em 1943, e adotou Maria Estela, em 1947.

Em 1931, ingressou na Polícia Militar como médico. Neste período, trabalhou na Revolução Constitucionalista e tornou-se amigo do político Benedito Valadares que, ao ser nomeado interventor federal em 1933, nomeou Juscelino como seu chefe de gabinete. Em 1934, foi eleito deputado federal, mas o seu mandato foi cassado com o advento do golpe do Estado Novo. Com a perda do mandato, retornou à medicina. Em 1940, foi nomeado prefeito de Belo Horizonte por Valadares, permanecendo neste cargo até outubro de 1945. No final do mesmo ano foi eleito deputado constituinte pelo Partido Social Democrático. Em 1950, venceu Bias Fortes nas prévias do PSD para a escolha do candidato do partido ao Governo de Minas nas eleições daquele ano. Na eleição geral, derrotou seu concunhado Gabriel Passos e foi empossado governador em 31 de janeiro de 1951. Neste cargo, criou a Companhia Energética de Minas Gerais, e também priorizou as estradas e a industrialização.

Em outubro de 1954, lançou sua candidatura à Presidência da República para a eleição de 1955, sendo oficializada em fevereiro de 1955. JK apresentou um discurso desenvolvimentista e utilizou como slogan de campanha “50 anos em 5”. Em uma aliança formada por seis partidos, seu companheiro de chapa foi João Goulart. Em 3 de outubro, elegeu-se presidente com 35,6% dos votos, contra 30,2% de Juarez Távora, da UDN. A oposição tentou anular a eleição com a alegação de que JK não havia obtido a maioria absoluta dos votos. No entanto, o general Henrique Lott desencadeou um movimento militar que garantiu a posse de JK e Jango em 31 de janeiro de 1956. Na presidência, foi o responsável pela construção de uma nova capital federal, Brasília, executando assim um antigo projeto para promover o desenvolvimento do interior e a integração do país. Durante todo o seu mandato, o país viveu um período de notável desenvolvimento econômico e relativa estabilidade política. No entanto, houve também um significativo aumento da dívida pública interna, da dívida externa, e, segundo alguns críticos, seu mandato terminou com crescimento da inflação, aumento da concentração de renda e arrocho salarial. Na época, não havia reeleição e em 31 de janeiro de 1961 foi sucedido por Jânio Quadros, seu opositor apoiado pela UDN.

Em 1962, elegeu-se senador por Goiás e tentou viabilizar sua candidatura à presidência em 1965. No entanto, com o golpe militar de 1964, foi acusado pelos militares de corrupção e de ser apoiado pelos comunistas e como consequência teve seu mandato cassado e seus direitos políticos suspensos. A partir de então passou a percorrer cidades dos Estados Unidos e da Europa, em um exílio voluntário. Em março de 1967, voltou definitivamente ao Brasil e uniu-se a Carlos Lacerda e Goulart na articulação da Frente Ampla, em oposição à ditadura militar, que foi extinta pelos militares um ano depois, levando JK à prisão por um curto período. JK pretendia voltar à vida política depois de passados os dez anos da cassação de seus direitos políticos. Em outubro de 1975, concorreu, sem sucesso, a uma cadeira na Academia Brasileira de Letras. Em 22 de agosto de 1976, faleceu em um acidente automobilístico. JK é visto nacionalmente como o pai do Brasil moderno e está entre os políticos cujo legado é mantido mais favoravelmente.

Descrição da Moeda:

Anverso:
O anverso apresenta a efígie de Juscelino Kubitschek e, complementando a composição, as legendas – JK, BRASIL e CENTENÁRIO JUSCELINO KUBITSCHEK.

Reverso:
O reverso da moeda de prata traz as ilustrações do Congresso Nacional e da Catedral de Brasília, dois símbolos da capital idealizada e inaugurada por Juscelino Kubitschek. Do reverso consta, ainda, o valor facial (2 reais) e a era de cunhagem (2002).


País: Brasil
Cunhagem: Casa da Moeda do Brasil
Criação e Modelagem: Alzira Duim
Referência:  T00046 / CMB026
Temas: Juscelino Kubitschek
Emissão: Edital 00/2002
Material: Prata (999-1000)
Peso: 28g
Diâmetro: 40mm
Método de Cunhagem: Proof
Bordo: Serrilhado


ATENÇÃO: Produto fornecido diretamente pela Casa da Moeda do Brasil, encontra-se em estado totalmente novo. Para essas medalhas não serão aceitas a entrega via CARTA REGISTRADA, fique atento para a escolha do método de entrega adequado, sendo este PAC, ou SEDEX quando disponível, mais informações  pelo e-mail contato@numismaticos.com.br.

Informação adicional

Peso 500 g
Dimensões 21 × 15 × 5 cm

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